Saúde sexual

O corpo, e o que nele pode falhar. Primeiro a anatomia, porque muitas dificuldades vêm simplesmente de não saber como funciona; depois as perturbações mais frequentes, nenhuma das quais é uma fatalidade.

Anatomia e fisiologia sexual

Conhecer bem o próprio corpo e o do parceiro ajuda a falar melhor do prazer e a distinguir o que é normal do que merece uma opinião médica.

A sexologia

Quem são os sexólogos, o que tratam, como decorre uma consulta, os métodos, o número de sessões e como escolher.

A disfunção erétil

Afeta um homem em cada dois depois dos cinquenta anos, e cada vez mais homens jovens. Raramente está «na cabeça»: muitas vezes é o primeiro sinal visível de um problema vascular, e trata-se.

A ejaculação precoce

É a perturbação sexual masculina mais frequente — e uma das mais tratáveis. Afeta, pelo menos ocasionalmente, uma larga maioria dos homens em algum momento da vida.

Dor nas relações

A dor sexual é frequente, raramente irreversível e quase sempre tratável. O principal obstáculo continua a ser o silêncio.

A mutilação genital feminina

Uma norma social, não uma prescrição religiosa: nenhum texto sagrado a menciona, e as comunidades que a praticam pertencem a várias religiões.

Menopausa, andropausa e vida íntima

O que muda depois dos cinquenta anos na mulher e no homem, o que se trata, o que não exige nada, e como continua a sexualidade.

A endometriose: dor, fertilidade e vida íntima

Uma mulher em cada dez: menstruações muito dolorosas, dor nas relações, infertilidade; o diagnóstico, os tratamentos e a vida a dois com a doença.

Quando consultar, e quem

Uma dor nas relações nunca é normal: tem uma causa, e procurá-la é trabalho de um médico, de uma parteira ou de um ginecologista. Uma dificuldade de ereção ou uma ejaculação demasiado rápida que duram há mais de alguns meses, ou que pesam na sua vida, justificam igualmente uma consulta — tanto mais que a disfunção erétil é por vezes o primeiro sinal visível de um problema cardiovascular ou de uma diabetes.

E para saber a quem recorrer consoante o que sente — médico de família, urologista, ginecologista, sexólogo, psicólogo, fisioterapeuta —, a página A quem recorrer, e quando passa em revista os sintomas um a um; a página A sexologia explica quem são os sexólogos e como decorre uma consulta.

O que estas páginas não farão

Não fazem diagnósticos nem substituem nenhum exame. O que fazem: dar o vocabulário para descrever o que sente, lembrar o que se cura — a quase totalidade destas perturbações — e distinguir o que depende do corpo do que depende do cansaço, do stress ou da relação, porque a fronteira raramente está onde se pensa.

A página de anatomia vem primeiro de propósito: boa parte das dificuldades contadas em consulta vem simplesmente de não saber como funcionam os corpos.

Página verificada em setembro de 2026. As regras e os dados citados podem mudar: em caso de dúvida, confirme-os na fonte oficial indicada.

Situar esta página no mapa do site

Uma pergunta, uma correção, uma sugestão? Escreva-nos.