Macau, 690 000 habitantes, região administrativa especial da China desde 1999, conserva por cinquenta anos o seu direito próprio, de matriz portuguesa e com o português como língua oficial ao lado do chinês: Código Civil de 1999 (casamento civil aos 18 anos, 16 com autorização, divórcio por mútuo consentimento ou litigioso, participação nos adquiridos como regime supletivo, união de facto reconhecida após dois anos), Lei de prevenção e combate à violência doméstica de 2016 que fez dela um crime público, Código Penal de 1995 que não pune a homossexualidade mas não reconhece as uniões do mesmo sexo, e aborto legal só até às doze semanas em caso de risco para a saúde, malformação ou violação.
A saúde é pública e gratuita para os residentes (Serviços de Saúde de Macau), a contraceção é acessível, e a proteção de dados é regida pela lei de 2005 sob o Gabinete para a Proteção de Dados Pessoais. As fontes são o Boletim Oficial de Macau, a Imprensa Oficial (io.gov.mo), a Direção dos Serviços de Assuntos de Justiça e os Serviços de Saúde.
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