A Guiné Equatorial, 1,7 milhões de habitantes, adotou o português como terceira língua oficial em 2010 e entrou na CPLP em 2014, mas o seu direito é de tradição espanhola: Código Civil herdado do espanhol de 1889 (casamento civil aos 18 anos, com dispensa judicial possível a partir dos 14, divórcio judicial), Lei do casamento costumeiro de 2002 que reconhece o casamento tradicional e a poligamia costumeira, Código de Família em debate no Parlamento, Código Penal de 2022 que não pune a homossexualidade mas não a protege, aborto só legal para salvar a vida da mulher, e nenhuma lei específica sobre a violência doméstica além do Código Penal.
A saúde é pública em princípio mas muito desigual apesar da riqueza petrolífera, com uma mortalidade materna elevada e uma contraceção moderna usada por menos de 15 % das mulheres; a informação oficial é escassa e o país é um dos mais fechados do continente. As fontes são o Boletín Oficial del Estado equato-guineense, o Ministério da Justiça, o Ministério da Saúde e os relatórios da OMS e do UNICEF.
Cada ligação leva à página do site dedicada a esse tema para este país. O artigo geral do tema está ligado no início de cada uma dessas páginas.
